Domingo, Agosto 08, 2004 [ terra imortal ]


Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças [Eternal sunshine of the spotless mind]



Coisas simples, versos simples, imagens simples e histórias bizarras podem tocar nossos coraçãos profundente. Como nesse novo filme escrito por Charlie Kauffman (Quero ser John Malkovich, Adaptação). Mais uma vez eu nao irei fazer uma crítica deste filme, talvez porque ele mereça muita mais que uma critica ou um elogio.
Quando conhecemos uma pessoa nós não paramos para pensar nos boas lembranças que podemos passar juntos. Isso também nos momentos tensos de brigas e desentendimentos. Porém, o que prevalece num relacionamento, são aqueles momentos felizes. Simples, mas felizes.
Quando certas lembranças são realmente felizes, tornam-se inesquecíveis. Você pode então, querer tentar esquecer todos aquelas lembranças que você passou com aquela passoa, mas quando chegar a hora de esquecer os os bons momentos, você não irá conseguir. Não se pode apagar um bom momento...iria fazer de você uma pessoa vazia!

por >nancy boy: 12:20 AM | Comentários: | arquivos


Segunda-feira, Junho 14, 2004 [ terra imortal ]


[Simplesmente Amor (Love Actually)]




"Love Actually is all around"

Não há coisa mais intrigante do que o amor. Traz felicidade, saudade, paixão, sofrimento, dor e até ódio. Isso é Simplesmente Amor, uma comédia romantica britânica bem ao estilo, contando histórias de diversos personages às vésperas do natal, todos tendo em comum situações que envolvem o próprio amor.
Um primeiro ministro meio atrapalhado se apaixonando por sua "secretária"; um homem que se apaixona pela mulher de seu melhor amigo; um menino de 11 anos que está apaixonado e divide essa paixão contando com a ajuda do padrasto recém viúvo; uma mulher louca de amor pelo colega de trabalho; chefe de empresa apaixonado por sua sensual funcionária causando óbivas mágoas em sua solidária esposa; um rapaz conquistador que vai para os EUA em busca do "american dream", à procura de um grande amor; um homem magoado pela traição da namorada foge da cidade e se apaixona por uma empregada portuguesa; um casal de dublê de corpos que acabam se apaixonando na hora do estranho e cômico trabalho; e, talvez, o personagem principal, o mais comico: um velho cantor de rock que reelança uma música natalina.
Enfim, várias lindas histórias de amor, contadas de um jeito cômico e ao mesmo tempo romântico, mas nada meloso e piegas. Um grande elenco britânico e ainda Rodrigo Santoro que dessa vez têm falas, porém, mesmo assim, não assume tanta importância em seu personagem no filme.
Nem todas as histórias do filme tem finais felizes, algumas não tem finais completamentes explicados, e muitas delas acabam em pura alegria e é claro amor.
Não há muito o que falar deste filme, apenas que ele á maravilhoso e bastante romatico!

por >nancy boy: 7:27 PM | Comentários: | arquivos


Sexta-feira, Junho 11, 2004 [ terra imortal ]


Quase Famosos (Almost Famous)

Todos os jovens tem aquele sonho de seguir uma vida indesejável. Explicando melhor, viver aquela vida louca, livre, sempre se divertindo, ouvindo música alta e coisas afins. No meu caso, queria viver a vida de William Miller, personagem vivido por Patrick Fugit no meu preferido Quase Famosos de Cameron Crowe.
Lembro-me da primeira vez que assisti a este filme e lembro-me da emoção que ele causou em mim, pois ele tem um pouco haver comigo como por exemplo no relacionamente de William com sua mãe, interpretada pela ótima Frances McDormand.
William Miller, ainda criança, vê sua irmã rebelde de dezoito anos sair de casa para realizar o grande sonho de ser aeromoça, sem a benção de sua mãe, uma mulher super protetora e professora universitária. William herda da irmã uma coleção de discos de rock, e daí ele passa o final de sua infancia e sua adolecencia escutando aquilo que seria sua eterna paixão: o rock. Ele começa a escrever artigos e acaba conseguindo uma matéria para a revista Rowling Stones, com direito a uma viagem junto a uma banda, Stillwater. Durante a viagem dessa turnê, William descobre o mundo que sempre sonhou e que sua mãe sempre escondeu dele. Conheçe a bela grupie Penny Lane (Kate Hudson), faz uma suposta amizade com o guitarrista da banda, perde a virgindade e se apaixona.
O tema central do filme é a perda da inocência no meio de pessoas nada inocentes em uma época totalmente liberal. Cheia de mentiras e intrigas e onde os fãs fariam qualquer coisa para estarem perto de seus astros.
Kate Hudson brilha a cada cena em que aparesce, e o estreante Patrick Fugit em seu primeiro papel, captou a verdadeira essencia do personagem, que fica totalmente esclarecida na cena da "defloração" que é mágica.
O interessante na história é que apesar de Miller estar no meio das drogas, em nenhum momento sequer ele se entrega a elas, mostrando ser responsável. Mas acaba nascendo uma paixão mais do que inapropriada para ele, Penny Lane, um grupie que dorme com astros de rock.
Cenas ilárias como, e principalmente, a do avião em pane. Impossível não rir com as grande revelação. Uma trilha sonora maravilhosa, com grandes clássicos do rock dos anos 60 e 70. Detaque para a canção Tiny Dancer, de Elton John, interpretada pelos atores em uma das cenas mais emocionantes do filme.
Meu filme preferido, minha estória preferida, e quem dera, minha vida.

por >nancy boy: 7:15 PM | Comentários: | arquivos


[ terra imortal ]


Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban (Harry Potter and the Prisioner of Azkaban)


Desde que o primeiro filme de Harry Potter, Harry Potter e a Pedra Filosofal, fora lançado nos cinemas em 2001, uma legião de fãs surgiu no mundo todo. Não que não ouvesse fãs do livro, mas o número aumentou mais e mais. O filme foi um sucesso absoluto, aumentando assim as vendas dos livros e a realização dos outros filmes, baseados respectivamente na obra de Joanne K. Rowling.
Dirigido por Chris Columbus (Esqueceram de Mim e O Homem Bicentenário), os dois primeiros filmes, A Pedra Filosofal e A Camêra Secreta foi um sucesso absoluto. Foi possivel ver em película todo aquele mundo mágico que tinha o quadribol, bruxos mais estranhos que se podia ver, animais desconhecidos, vassouras voadoras super estilos, grandes cenários e uma história encantadora.
Todos já conhecem a história de Harry, o que eu não irei precisar contar aqui, mas é que nesse terceiro filme baseado no terceiro livro da série, considerado pelos fãs o melhor, com uma ótima estória e personagens, o que eu também acho, o filme, dirigido por Alfonso Cuarón (E sua mãe também e A Princesinha) é o melhor lançado até agora. Com um vizual mais dark que acompanha perfeitamente a história, com personagens mais profundos e de maior importância, mais humorado e com melhores efeitos especiais. Só que, como sempre, há um porém. O roteiro deste filme, também escrito por Steven Kloves, o mesmo dos dois anteriores, foi feito para aqueles que já leram o livro, deixando os demais meio confuso ao assistir. Mas o filme foi bem adaptado tirando aquelas partes que não iria prejudicar a história e nem ao ritmo do filme e que se adaptou bem as sequências, sem deixa-lo também grande e nem curto demais. Mas por um lado, esbanja criatividade.
Este Harry Potter é mais maduro e mais para aquele público que já conhece profundamente o mundo de J.K.Rowling. É recomendade aos interessados que lêem o livro, tanto antes ou depois de assisitir a este filme. Como já li todos os livros lançados da série, não fiquei com nenhuma dúvida. Me divertir bastante e este filme é o único que dá um gosto de quero mais. Afinal, o final deste não tem nada a ver com os outros dois, que acabaram do mesmo jeito: todos no salão principal comemorando.
Apenas uma coisa que me deixou chateado neste filmes, ou melhor duar. A firebolt, por que deixaram ela para o final? Consequentimente eliminaram a pobre coruja Pichi que tem que ser colocada no quarto filme de qualquer jeito. E o segundo foi a explicação sobre os personagens de Sirius, Lupin, Thiago e Pedro como seus personagen "alternativos" na estória, respectivamente, Almofadinhas, Aluado, Pontas e Rabicho. Não fora esplicado isto no filme, o que fará uma grande falta na estória.
Porém dos poréns, este filme é o melhor. Melhor fotografia, melhor montagem, cenários sem dúvida nenhuma, melhores, assim como a reformulada trilha sonora que está magnífica, e melhores atuações, efeitos, vestimentos, enfim, tudo está melhor neste filme.
E que Mikel Newell não estrague o quarto filme, que dentre os livros lançados, é o mais horripilante de todos.

por >nancy boy: 2:44 PM | Comentários: | arquivos


Terça-feira, Maio 18, 2004 [ terra imortal ]


O Fabuloso Destino de Amélie Poulain (Le Faboulex Destin d'Amélie Poulain)



O Fabuloso Destino de Amélie Poulain é o filme que eu tenha visto que mais expressa a beleza que é a vida e a vontade de se viver e ser feliz. Sobre a importânica de ajudar os outros, amar e ter alguém e seu lado. Acho que a mensagem principal deste filme é: Ajudar e se ajudar.
Assim que funciona esse filme belíssimo dirigido por Jean-Pierre Jeunet (Alien: A Ressureição). Uma jovem solteira, Amélie Poulain (Audrey Tautou) que sai da casa do pai depressívo para viver sozinha em um apartamento, onde arranja um emprego de garçonete em um bar cheio de mulheres um tanto feminista. Até que um dia ela acha uma caixinha no seu apartamento, contendo vária lembranças de uma possível pessoa que morava naquele apartamento. Amélie investiga até encontrar o dono da caixinha e se comove ao ver que a pessoa, no caso um homem, fica extremamente emocionado ao ver suas lembranças, e nasce nela uma vontade de ajudar as pessoas em simples coisas da vida. Só que ela se esqueçe de ajudar a si próprio, ainda mais quando conheçe um homem (Mathieu Kassovitz) e se apaixona por ele, mas não cria coragem de se declarar.
O ritmo do filme é maravilhoso levando ao expectador situações engraçadas e extremamente emocionantes. O filme mostra também a Paris dos sonhos, com uma fotografia genial e premiada.


O rosto de Audrey Tautou é com certeza o destaque de todo o filme. Linda e talentosa, o filme não seria nada sem ela, que acaba se tornando a própria Amélie do filme, meiga, simpática, gentil e tímida.
Outro ponto alto do filme é a trilha sonora. Bem modesta mas que se ajusta bem no filme e ajuda bastante nas cenas emocionantes. Linda, eu diria.
Após ver o filme, impossível não sentir aquela vontade de fazer todas as coisas que você tem vontade de fazer. Aquela vontade de amar, de rir, de ser feliz. De viver!
Um filme como esse, que mostra que pequenos atos provocam grandes mudanças na vida de uma pessoa.

por >nancy boy: 8:51 PM | Comentários: | arquivos


Domingo, Maio 16, 2004 [ terra imortal ]


Edward Mãos de Tesoura (Edward Scissorhands)


Edward vivia sozinho lá naquela mansão no topo da alta colina. Ele não era humano, mas seu criador, um inventor, lhe deu cérebro, coração, visceras, olhos, bocas, enfim, ele lhe deu tudo, quer dizer, quase tudo. O inventor era um homem muito velho, e morreu antes de terminar o homem, que ficou com tesouras no lugar de suas mãos.
Esse é o filmes mais pessoal, e mais bizarro (talvez) de Tim Burton. Com muita criatividade, está é uma história de contos de fadas baseado na história de Frankenstein, A Bela e a Fera e Pinóquio, com toques modernos (para a época). Um dos meus filmes preferidos de Burton, com certeza. Gosto dele desde quando era pequeno.


Edward Mãos de Tesoura foi o ínico da parceria de Johnny Depp com Tim Burton, que se prolongaram para mais três ótimos filmes, Ed Wood e A Lenda do Cavaleiro sem cabeça. E um novo filme de Tim Burton, também com Depp, está em produção, trata-se de a refilmagem de A Fantástica Fábrica de Chocolate.
A participação ilustre de Vicent Price como o inventor de Edward que dá um show a cada cena em que aparece, cenas que são em flash backs. Pra quem não sabe, Tim Burton, desde pequeno, era fã de Vicent Price. E teve a honra de ter no elenco, Vicent, em seu último filme para o cinema, morrendo alguns anos depois. Vicent havia trabalhado já com Burton, em seu primeiro trabalho, Vicent, um curta metragem em stop-motion de seis minutos, no qual Price é o narrador.
Um filme que marcou minha infância. Simplesmente esse filme é mil!

por >nancy boy: 5:52 PM | Comentários: | arquivos


Sábado, Maio 15, 2004 [ terra imortal ]


Um Grande Garoto (About a Boy)

Um Grande Garoto é um filme que eu me identifico muito, por ambos personagens principais, Will e Marcus. Will, um homem irresponsável, imaturo, egoísta e mentiroso. Marcus, um garoto sem amigos, problemático, com problemas de adaptações e com forte personalidade. Me identifico com um pouco de cada um, eu diria.

O filme é maravilhoso, diria até que é fofo demais. Com uma trilha sonora mais ainda, composta por Badly Drawn Boy, que ficou sensacional. Hugh Grant está, na minha opinião, em seu melhor papel no cinema. Cortou o cabelo e está sem aquelas caras e bocas ingênuas de antes.


Abordando um assunto muito incomum, sobre a amizade de um adulto com uma criança, buscando sempre mostrar o lado bom de cada idade e de lidar a vida, no filme, sempre de uma forma divertida e emocionante.

Ainda não li o livro de Nicky Hornby no qual o filme fora inspirado, mas a história é sensacional e sempre com situações inusitadas e divertidas, como o natal na casa de Marcus que provoca boas risadas.

A história? Will Freeman é um homem de 38 anos, com todas as carecterísticas que ja disse antes, que um dia resolve se relacionar com mães solteira entrando em um grupo de terapia, inventando que tem um filho de 2 anos. Lá ele conheçe Suzie, e sua amiga Fiona, uma hippie depressiva, e seu filho Marcus, um garoto de 12 anos problemático. O que Will não esperava é que Marcus iria descobrir que ele não tinha filho algum, e que mais ainda, ele iria interferir em sua vida completamente!


Sabe aquele filme que, ao termino, dá aquela vontade de ver denovo? Assim aconteçe com Um Grande Garoto, e não só uma vez, mas todas as vezes em que você acaba de vê-lo! Eu já aluguei este filme mais de três vezes e não tenho vergonha de alugar denovo, na verdade pretendo até comprá-lo. Me sinto bem quando vejo esse filme, e tento aprender alguma coisa nele. Mal posso esperar para ler o livro, que com certeza também deve ser ótimo.

Assim é um Um Grande Garoto, uma simpatia de filme, que acaba virando seu melhor amigo!

por >nancy boy: 11:10 PM | Comentários: | arquivos


Quinta-feira, Maio 13, 2004 [ terra imortal ]


Kill Bill Vol.1




Acho que não existe uma única palavra, ou elogio, para definir Kill Bill, eu diria que é um filme genial, de tirar o folêgo, maravilhoso, divertido, dramático, enfim, Kill Bill é tudo o que um filme pode ter de bom. Apesar de ser uma homenagem a filmes B orientais, o filme é pura cultura pop, e pura diversão. Referencias desde Jaspion até Besouro Verde. E tais referências são colocadas de maneira brilhante no filme. Coreografias de luta que deixaria Neo e os agentes Smith envergonhados. Rios de sangue para provocar a fúria de vários críticos (metidos) de cinema. Quentin Tarantino acertou em cheio, não só ele, mas também Uma Thurman.

Apesar de todos os seus filmes terem algo em comum, Kill Bill se destaca porém, isso não quer dizer que é o melhor filme de Tarantino. Pulp Fiction possa liderar por ser totalmente original, não que Kill Bill não seja mas ele tem muitas referências e que sem elas o filme não seria nada.


Quentin Tarantino fez questão de que todo o sangue usado no filme (litros e mais litros) parecesse falso, para não fazer com que o filme fosse denominado violento e explícito, porém, para sua infelicidade não funcionou. A crítica americana classificou o filme como o mais violento de todos os tempos. Tudo bem que há cabeças e braços decepados seguidos por jatos absurdos de sangue (na cena de luta principal, o diretor usou a fotografia em preto e branco para fazer com que o público não se chocasse com tanto sangue em cena) mas tudo isso foi proposital. Afinal repito, é apenas uma homenagem a filmes B orientais. E é tanto sangue, mas tanto sangue, que a coisa toda fica engraçada. Essa era a verdadeira intenção do diretor, e muito conseguiram sacar, menos esses críticos. Mas quem se importa com eles se Kill Bill foi e está sendo um sucesso pelo mundo todo?


Quentin Tarantino e Uma Thurma, na época de Pulp Fiction, criaram A Noiva, uma assassina profissional que no dia de seu casamento, seu noivo, Bill e sua gangue de assassinos decidem matá-la e todos os seus convidados. Mas nem tudo dá certo pois A Noiva sobrevive incrivelmente e fica por 4 anos em coma quando acorda com sede de vingança. E é ai que começa toda a ação de Kill Bill, quando A Noiva vai começar sua vingança, saindo atrás da gangue de Bill, inclusive o próprio.

É por isso que gosto de Kill Bill. Ação, sangue, diversão, muita cultura pop, Uma Thurman e é claro, Quentin Tarantino! E que venha o volume 2!

por >nancy boy: 8:37 PM | Comentários: | arquivos



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